Thursday, January 11, 2007

BOLÍVIA DEVE ENTRAR NO MERCOSUL

Com apoio do Brasil, Bolívia deve entrar no Mercosul em janeiro

Fonte: Folha On Line

A Bolívia irá solicitar aos países do Mercosul a entrada do país no bloco econômico, o que deve realmente acontecer até janeiro. O presidente Evo Morales deverá oficializar o pedido até amanhã, quando enviará uma carta aos seus colegas da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela.
Na avaliação do ministro Celso Amorim (Relações Exteriores), o Brasil\n começa agora uma fase de diálogo com a Bolívia, que em maio anunciou a nacionalização dos recursos naturais do país, o que prejudicou os investimentos de empresas como a Petrobras naquele país.'Estamos começando uma nova fase baseada no diálogo. Queremos resolver tudo por meio do diálogo. O diálogo é o oposto do unilateral', disse.De acordo com Amorim, a expectativa é que no dia 18 de janeiro a Bolívia já esteja integrada ao bloco ---a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul começa no dia seguinte, no Rio de Janeiro. Ele ressaltou que as negociações com a Bolívia devem incluir um tratamento diferenciado, já que o país pertence à Comunidade Andina das Nações (que conta também com a Colômbia, Equador e Peru) e não quer perder seus privilégios. Na avaliação do ministro brasileiro, a entrada de mais um país no Mercosul abre oportunidades de investimento por empresas brasileiras, mas que a integração não deve ser vista apenas positiva\n comercialmente.'Para nós é muito importante contribuir para estabilidade, para o bem-estar da Bolívia. Não é apenas solidariedade, é também por interesse brasileiro. A Bolívia é a maior fronteira com o Brasil e fornecedora de um recurso importante para nós.' Neste ano, o Mercosul aprovou o Focem (Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento do Mercosul), que é um fundo voltado para ajudar na integração entre os países membros do bloco econômico. Os países mais pobres serão os que mais receberão recursos desse fundo.O chanceler boliviano, David Choquehuanca, defende que a integração possa permitir a solução de assimetrias entre os países. 'Espero dar boas notícias para ajudar na integração de nossos povos. Um novo modelo de integração que nos permita superar a nossa assimetria. Uma assimetria não somente comercial, e sim integração dos povos que nos permita superar a pobreza', disse Choquehuanca.Rio Madeira",1]
Na avaliação do ministro Celso Amorim (Relações Exteriores), o Brasil começa agora uma fase de diálogo com a Bolívia, que em maio anunciou a nacionalização dos recursos naturais do país, o que prejudicou os investimentos de empresas como a Petrobras naquele país.'Estamos começando uma nova fase baseada no diálogo. Queremos resolver tudo por meio do diálogo. O diálogo é o oposto do unilateral', disse.De acordo com Amorim, a expectativa é que no dia 18 de janeiro a Bolívia já esteja integrada ao bloco ---a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul começa no dia seguinte, no Rio de Janeiro. Ele ressaltou que as negociações com a Bolívia devem incluir um tratamento diferenciado, já que o país pertence à Comunidade Andina das Nações (que conta também com a Colômbia, Equador e Peru) e não quer perder seus privilégios. Na avaliação do ministro brasileiro, a entrada de mais um país no Mercosul abre oportunidades de investimento por empresas brasileiras, mas que a integração não deve ser vista apenas positiva comercialmente.'Para nós é muito importante contribuir para estabilidade, para o bem-estar da Bolívia. Não é apenas solidariedade, é também por interesse brasileiro. A Bolívia é a maior fronteira com o Brasil e fornecedora de um recurso importante para nós.' Neste ano, o Mercosul aprovou o Focem (Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento do Mercosul), que é um fundo voltado para ajudar na integração entre os países membros do bloco econômico. Os países mais pobres serão os que mais receberão recursos desse fundo.O chanceler boliviano, David Choquehuanca, defende que a integração possa permitir a solução de assimetrias entre os países. 'Espero dar boas notícias para ajudar na integração de nossos povos. Um novo modelo de integração que nos permita superar a nossa assimetria. Uma assimetria não somente comercial, e sim integração dos povos que nos permita superar a pobreza', disse Choquehuanca.Rio Madeira
Uma\n comitiva de ministros bolivianos está hoje em Brasília. Eles conversaram com seus colegas brasileiros sobre temas como energia (refinarias e biodiesel), meio ambiente (rio Madeira) e agricultura.Sobre o rio Madeira, local onde o governo irá construir duas hidrelétricas, os dois países decidiram retomar um grupo de trabalho para tratar das questões ambientais. A primeira reunião irá acontecer até o dia 15 de janeiro.'O Brasil tomará todos os cuidados para evitar qualquer tipo de dano ao meio ambiente e qualquer tipo de ação que prejudique o futuro aproveitamento do rio Madeira', disse Amorim.Choquehuanca disse que o meio ambiente é uma questão determinante para o governo boliviano.
Uma comitiva de ministros bolivianos está hoje em Brasília. Eles conversaram com seus colegas brasileiros sobre temas como energia (refinarias e biodiesel), meio ambiente (rio Madeira) e agricultura.Sobre o rio Madeira, local onde o governo irá construir duas hidrelétricas, os dois países decidiram retomar um grupo de trabalho para tratar das questões ambientais. A primeira reunião irá acontecer até o dia 15 de janeiro.'O Brasil tomará todos os cuidados para evitar qualquer tipo de dano ao meio ambiente e qualquer tipo de ação que prejudique o futuro aproveitamento do rio Madeira', disse Amorim.Choquehuanca disse que o meio ambiente é uma questão determinante para o governo boliviano.
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